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A morte de Ratzinger


Por Mons. Donald J. Sanborn

(Traduzido por Pedro Santiago, podcaster no canal Sapiência Católica)



O último dos "padres de terno e gravata", os radicais que inspiraram e dirigiram o Vaticano II, foi chamado a seu julgamento. Só Deus sabe o que está reservado para aqueles que destruíram Sua vinha com os estragos do Modernismo. Karl Rahner e Hans Küng, seus comparsas radicais, já o precederam no tribunal.


A mídia e os conservadores do Novus Ordo o consideram um grande homem, um grande conservador que estava preservando a Fé contra os pessimistas.


Claro que sabemos que isso é falso. Mas é verdade que ele era um conservador do Novus Ordo. Esta designação, no entanto, não o exonera de forma alguma, nem o torna digno de louvor.


O que é condenável no termo é Novus Ordo. Este termo indica toda a revolução do Vaticano II, que infectou o dogma, a moral, a disciplina, o direito canônico e a liturgia. Cada aspecto da vida católica foi contaminado com esse veneno, resultando em bilhões de almas que perderam a fé católica.


Todos detestam o crime de genocídio. Se tomarmos Hitler, Stalin e Mao-Tse-Tung juntos, isso pode somar 100 milhões de cadáveres.


Genocídio é destruir o corpo das pessoas. O Vaticano II perpetrou um genocídio espiritual, no qual bilhões perderam a fé católica. A morte espiritual é uma morte eterna, que nunca regressa. É uma dor perpétua e contínua resultante da separação de Deus. É uma agonia eterna.


O que é ainda pior, Ratzinger personificou a tentativa de fundir esta revolução ímpia do Vaticano II com a fé católica. Ele incentivou a missa latina tradicional, mas sob o aspecto do Modernismo, ou seja, porque corresponde aos gostos e sensibilidades das pessoas. Por isso ele é elogiado e glorificado, em contraste com Bergoglio, que é difamado por ser meramente um proponente consistente do Vaticano II.


Não podemos, porém, permitir que a fé católica se transforme no filho ilegítimo resultante da união de duas religiões diametralmente opostas. Não podemos estar em comunhão com aqueles que destruíram nossa fé. O Vaticano II deve ser condenado e repudiado como um conciliábulo, que é o termo da Igreja para um concílio ilegítimo e falso. Só então haverá uma verdadeira restauração e só então uma verdadeira paz.


É característica das seitas não católicas terem ramos liberais e conservadores. O próprio termo “conservador” implica a legitimidade de seu correlativo, ou seja, “liberal”. Portanto, há judeus liberais e conservadores, protestantes liberais e conservadores, muçulmanos liberais e conservadores.


A Fé Católica, por sua própria natureza, e até por seu nome, é universal, ou seja, um único conjunto de dogmas e moral para todos, sem nenhum desvio, um governo, um culto, uma grande instituição. Se aceitarmos menos do que isso, seremos piores do que os próprios perpetradores desta apostasia do Vaticano II.


O artigo original na língua inglesa encontra-se aqui.

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